domingo, 1 de dezembro de 2013

Natal: tempo de mudança

Presépio que montei em minha casa
Dezembro chegou e com ele as lembranças de natais encantadores que vivi com meus pais. A árvore de natal que mamãe armava que trouxera de Recife em uma de suas viagens. Nessa época era raridade enfeitar a casa para a chegada do Deus-menino. E a lapinha que mamãe preparava. Na mesa de jantar, sala que não se usava com frequência. Colocava areia bem branquinha que meus irmãos iam pegar no rio Salgadinho, quantas mudanças aconteceram, poluição nem existia, até desconhecíamos tal palavra. Então, mamãe ia pondo os animais, as plantas e por último a manjedoura. Ficávamos extasiados e embevecidos vendo surgir o cenário. A alegria era imensa, quanta felicidade para nós. O tempo passou, e já em minha casa lembro que ornamentei a mesa com uma toalha que comprei na Casa das Rendas, de propriedade de seu João Lopes. E Valdecy, sua filha que foi minha colega no Colégio Mons. Macêdo e morava próxima de minha casa me ajudou a ornamentar a árvore. Ficou bonita. Com o tempo me encarreguei de preparar a casa de minha sogra, dona Maria, nessa época do natal. E a comemoração festiva da véspera de Natal, era no terraço de sua casa no 1º andar. Seu Zeca, meu sogro, comprava lâmpadas coloridas e enfeitava a grade protetora. Ficavam os dois tão felizes e expandiam alegria. Os filhos, netos, noras e amigos participavam dessa confraternização contentes e felizes porque faziam parte de uma família que estampava a aura do amor, da compreensão, do carinho e da verdadeira união. Ah! Jesus, como sinto falta desses momentos dadivosos. Amigos leitores, gastei algumas horas buscando uma mensagem que traduzisse o espírito do Natal, a sua essência que é a chegada do Menino Jesus que veio ao mundo para transformar, para nos amar verdadeiramente. Então, encontrei este texto que nos faz refletir e nos ensina como devemos caminhar para melhorar.    

                                         Tempo de Natal
Natal somos nós quando decidimos nascer de novo, a cada dia, nos transformando. 
Somos o pinheiro de Natal quando resistimos vigorosamente aos tropeços da caminhada. 
Somos os enfeites de Natal quando nossas virtudes, nossos atos, são cores que adornam. 
Somos os sinos do Natal quando chamamos, congregamos e procuramos unir. 
Somos luzes do Natal quando simplificamos e damos soluções. 
Somos presépios do Natal quando nos tomamos pobres para enriquecer a todos. 
Somos os anjos do Natal quando cantamos ao mundo o amor e a alegria. Somos os pastores de natal quando enchemos nossos corações vazios com Aquele que tudo tem. 
Somos estrelas do Natal quando conduzimos alguém ao Senhor. 
Somos os Reis Magos quando damos o que temos de melhor, não importando a quem. 
Somos as velas do Natal quando distribuímos harmonia por onde passamos Somos Papai Noel quando criamos lindos sonhos nas mentes infantis. 
Somos os presentes de Natal quando somos verdadeiros amigos para todos. 
Somos cartões de natal quando a bondade está escrita em nossas mãos. Somos as missas do Natal quando nos tomamos louvor, oferenda e comunhão. 
Somos as ceias do Natal quando saciamos de pão, de esperança, qualquer pobre do nosso lado. 
Somos as festas de Natal quando nos despimos do luto e vestimos a gala. Somos sim, a Noite Feliz do Natal, quando humildemente e conscientemente, mesmo sem símbolos e aparatos, sorrimos com confiança e ternura na contemplação interior de um natal perene que estabelece seu Reino em nós. Obrigado Jesus! Por vossa luz, perdão e compreensão. Feliz Natal, Amigos!
Fonte: facebooktwittergoogle+

COMENTÁRIOS SOBRE A COLUNA ANTERIOR:

Concita Gomes: ótimo. Muito bom mesmo!

Edna Caneca: linda!

Marluce Ferreira de Carvalho: Linda! Curti e compartilhei...

Analuce Caneca: Adorei!

Mirna Figueiredo: Amei!

Maria Stela Inácio: Tua alegria testemunha a presença de Deus na tua caminhada...A nossa família te ama muito!

Helena Paixão: Que menina charmosa, tenho muita saudade, você é muito especial.

Haydee Felipe Rodrigues: Daniel, você e Neuma São pessoas especiais no nosso coração. Amo vocês!

domingo, 24 de novembro de 2013

Alfabeto dos sonhos

Leitores apreciadores desta Coluna, praticamente estamos no último mês do ano, momento propício para uma garimpada em nossa vida. O que conseguimos atingir de bom, se os ideais foram alcançados ou pelo contrário, foi um ano de inquietações, de metas não atingidas. Entretanto, o importante de tudo isso é que não podemos fraquejar. Vem aí um novo ano, que tal alimentá-lo com belos sonhos, pois pensar positivo atrai sucesso e realizações. Amigos, a prática deste alfabeto é o caminho mais acertado para a conquista dos nossos planos. Mãos a obra!

Alfabeto dos sonhos

Avalie todas as estratégias para atingir os seus sonhos.
Busque os caminhos que o levarão até onde eles estão.
Considere o tempo e o nível de esforço que será necessário empreender, bem como os degraus que deverá subir e os obstáculos a serem ultrapassados.
Decida sobre como e onde começar a caminhada.
Enfrente as dificuldades sem receio e não pense em desistir dos seus sonhos.
Família e amigos serão parceiros na sua empreitada.
Ganhar etapas, uma a uma, deve ser sua prioridade a curto prazo.
Habitue-se a imaginar seu objetivo final com frequência, mantendo a prudência e a paciência para dar o próximo passo.
Ignore aqueles que tentam desencorajá-lo.
Jamais confunda desejo com necessidade. Certifique-se, para assegurar-se com certeza daquilo que deseja.
Leia, estude e aprenda sobre tudo o que é importante e que possa contribuir e facilitar o percurso do caminho.
Melhore cada vez mais as suas habilidades. Elas poderão ajudá-lo a encontrar atalhos pelo caminho.
Não tente ganhar tempo ultrapassando etapas. Suba um degrau de cada vez.
Obtenha mais paz e harmonia evitando fontes, pessoas, lugares, coisas e hábitos negativos que só atrapalham.
Prepare-se para as quedas no caminho, o mau tempo e para os momentos em que poderá estar perdido no caminho.
Quem coloca seu coração nos seus objetivos, alcança-os com mais facilidade, pois o resto basta ir levando.
Recomece tudo outra vez, se for preciso, mas, não perca, jamais, os seus sonhos de vista.
Saiba que não basta dizer a si mesmo: "vou conseguir". É preciso acreditar nisso.
Tenha a certeza de que, com todos esses passos, você vai conseguir chegar onde deseja.
Um pouco de vento, um pouco mais de paciência e muita determinação, e conseguirá realizar os seus desejos.
Você é o único que pode achar que vai ganhar ou perder. A escolha é sua.
Xô para o desânimo e para a acomodação, que tentarão fazê-lo desistir no meio do caminho.
Zele por sua autoestima. Ame-se mais. Você vai chegar lá.

Desejo a todos uma semana tranquila, cheia das bênçãos de Deus! 

(Otimismo.net)

COMENTÁRIOS 
Valdízia Nobre: Muitos dos professores citados por você também foram meus; Minha gratidão a todos. 

Eduardo Matos, Fortaleza: Em 'Pincelando a memória...', revi mulheres admiráveis que conheci na juventude. Sou grato à articulista por essas boas lembranças. 

Sávia Ferraz sobre Gratidão: Esse carinho recebido é apenas a retribuição de todas as atitudes generosas e humanas que você vem plantando ao longo da sua existência. Nós é que agradecemos por sua existência, por sua elegância, por sua sensibilidade e sabedoria! Beijos. Que Deus te faça cada dia mais Feliz!  

Francisco Filho: Meu nascimento ocorreu nesta saudosa Rua São José. No Pronto Socorro, dr João Tavares e pediatria Dr. Aílton. Lembro de seu Neneu. Morava na casa de Ângelo, português.
Obrigado pelas lembranças, Neuma .

Francisco Neri Filho, Fortaleza: Muitos dos nossos contemporâneos, ainda vivos ou não, estarão sempre presentes em nossa memória, como membros da sociedade juazeirense, independente de maior ou menor afinidade... Os que moravam ou moram na mesma rua, ocupam um lugar especial, naturalmente porque com eles nos avistávamos mais e associamos sua imagem a momentos idos e vividos, de um passado que não se repetirá jamais...

Celia Morais: que pena que eu vivia tão longe da Rua São José !!!

Daltro Alencar: Uma viagem prazerosa. Quiçá, venham outras! Parabéns!

segunda-feira, 18 de novembro de 2013

Pincelando a memória com pessoas que moravam na Rua São José no tempo da minha infância

Rua São José nº 750, quarteirão entre Rua São João (hoje Alencar Peixoto) e Rua Santa Luzia, onde vivi a minha infância e adolescência. Nessa época a rua era muito calma, podíamos brincar de correr, de macaca, de pular corda e de rodas, que gostosura. A criançada se divertia pra valer. Tudo mudou, a rua invadida pelos carros não nos permite ficar um segundo sequer no seu leito porque corremos o risco de sermos atropelados. Mas isto no momento não vem ao caso, o que quero mostrar para vocês, caros leitores, são as senhoras, melhor dizendo as vizinhas amigas com quem convivi quando criança e algumas continuaram vizinhas até a minha idade adulta. Lembro: 
Dona Izaura Arraes – proprietária de uma pequeno ponto de vendas em sua própria residência, na esquina da Rua Santa Luzia. Costumava sentar na calçada à noitinha numa cadeira de balanço envolvida num xale de crochê, naquela época existia o friozinho gostoso a boca da noite. Moravam com elas duas sobrinhas, Eunice(professora) e Francinete (funcionária do INPS). 







Dona Heloísa - esposa de dr. Feitosa. Sua casa era repleta de árvores e de animais. Na minha visão de criança era uma praça. Os pés de benjamins bem aparados ao redor de todo muro da casa. Canteiros cobertos de Mimo do céu e bancos de madeira no jardim. Dona Heloísa muito elegante despertava a minha atenção e não posso esquecer que usava costumeiramente uma redinha preta cobrindo seus cabelos. 




Dona Clotilde - esposa de seu Argemiro Mota, conceituado comerciante no setor de couros, material para sapateiro e plástico.  Voz mansa, educada, tratava as crianças com muita delicadeza. No jardim de sua casa cultivava rosas e todos os dias as colhia para colocar nos pés do Sagrado Coração de Jesus e do Sagrado Coração de Maria. Fazia crochê divinamente bem. Sentava no banco na entrada de sua casa com as amigas ou no alpendre conversando e os dedinhos não paravam de trabalhar, não errava um ponto sequer. Tinha acesso a sua casa porque Vera e Penha, suas filhas, faziam parte da nossa turma (minha irmã Regina, Marleide (prima-irmã) e Socorro de titia Maroli.

Dona Ninita (Antônia Sousa Lima) - casada com Cícero Dantas Vieira. Sua casa ficava vizinha à garagem de seu Cândido Correia. Mãe de oito filhos, era uma dona de casa exemplar, se encarregava de todos os afazeres domésticos e ainda encontrava tempo para ler revistas de artistas, lazer que apreciava. Porém, o seu forte mesmo era assistir as sessões de cinema no Eldorado, e segundo informações de seu filho, Renato a sessão das Moças do Cine Teatro Iracema, tempos e tempos atrás. Quando ia à sua casa a procura de Cinita, sua filha, a encontrava na labuta, mas elegante em saltos altos, tenho essa imagem nas minhas lembranças.

Dona Herbene - esposa de seu Bessa, barbeiro procurado pelos homens mais abastados da cidade. Dedicava-se totalmente a criação dos onze filhos,  e aos deveres de dona de casa. Não tinha tempo para descansar. Quando ia para sua casa a procura de Celene (sua filha) para brincar, sempre a encontrava trabalhando, ora na cozinha, ora banhando os filhos, ora costurando. Não lembro de tê-la visto descansando, só em atividade. Soube educar seus filhos com muita disciplina e dedicava-lhes um grande amor. Nunca a vi com voz alterada ou de mau humor. 

Dona Lica Barbosa - muita amiga de mamãe, morava vizinho à casa de seu Bessa e de dona Herbene. Mãe de Janete, Diva e Geraldo. Os seus olhinhos bem vivos, esverdeados. Gostava de usar conjuntos de saia e blusa e sapatilhas. Não tinha muita vaidade, era uma pessoa bem simples.  





Maria da Cruz casada com Manoel Bernardo (sargento da polícia militar) mãe de nove filhos, quatro mulheres e cinco homens. Uma das filhas do primeiro casamento. Isa, foi afilhada de batismo dos meus pais. Ah! e o cachorro de balaio, chamado White, não posso esquecê-lo. Danado, mordia as pessoas que passavam na calçada. Wilson, um dos seus filhos trepava na janela para fugir para a rua e White denunciava logo, latindo sem parar. Ita, muita amiga de Munda que morava em minha casa e Ivone, enteadas de Maria da Cruz. 


Seu Cazuza e dona Geraldina - vizinhos da casa de mamãe. Antes da construção de sua bela casa, existia uma oficina de conserto de carros, de propriedade de Gilmares. Dona Geraldina vizinha e amiga de mamãe. Sempre nos recebia bem e gostava de nos oferecer quitutes feitos por sua irmã, dona Teinha. A casa muito bem ornamentada, meus olhos não cansavam de ver tanta beleza. Lembro de quando dona Geraldina foi acometida de hepatite e mamãe foi visitá-la e me levou. Como fiquei impressionada com a sua cor, estava muito amarela. Naquela época o nome dado para essa moléstia era icterícia). Sua  filha Guimar, nossa companheira das seções dos cinemas, Eldorado e Capitólio.
Dona Minelvina - vizinha da nossa casa. Gostava de fumar cachimbo. Na sala de visitas ou sala do santo como ela chamava, existiam dois bancos escuros para as pessoas se sentarem. Nina, Tereza, Beba e dona Minelvina gostavam de ficar sentadas na calçada. Alguns vizinhos participavam dessa roda de conversa.




Titio Macedo e Suleta - sua casa em frente a nossa. Muito larga, lembro bem. Na entrada ao lado do jardim um pequeno lago revestido de azulejos azul celeste, onde minhas primas gostavam de brincar. Um alpendre com cadeiras de balanço, sala de visitas, sala de jantar, na parede quadros pintados por Suleta; cozinha, quartos, o quintal e a caixa d’água. Titio reclamava quando ficávamos atravessando a rua, de nossa casa para a sua casa.

Dona Sevi - mãe de Aguinaldo e de Aguinailde, foi minha costureira por um bom tempo. Aguinailde nossa amiga e companheira das seções de cinema, das tertúlias e das brincadeiras lá em casa, debaixo do pé de cajarana. Dona Sevi nos acompanhava para assistirmos os filmes, só assim mamãe permitia. Soa ainda em meus ouvidos a sua gostosa gargalhada assistindo os filmes.


Seu Quinco Arrais e dona Delmira - a vacaria e a sua casa na esquina. Em frente a sua casa a fábrica de bebidas de sua propriedade. Os barris de madeira onde colocavam os ingredientes para fermentar. Sinto ainda quando lembro o odor desagradável que exalava. Dona Delmira cheia de joias no braço e no pescoço, unhas muito bem feitas, andava muito pronta e perfumada. Sentava na calçada junto com sua irmã Maria em cadeiras de ferro branca com almofadas. Seu carro, uma Brasília de cor bege, costumava ensinar a dirigir para as amigas. Cumprimentava os vizinhos, mas não se dispunha a visitá-los. As crianças gostavam de enfezá-las passando o tempo todo na calçada e pedindo licença. Na esquina do lado do sol a bodega de seu Cícero Lolô. Lugar apreciado demais pelas crianças. Qualquer moedinha que pegávamos o lugar certo para comprar chicletes, picolé de açúcar, broa, pirró era lá. Muito brincalhão, se divertia com a gurizada. Posteriormente passou a ser o proprietário da bodega seu Neneu. 
E assim amigos leitores coloco aqui em pequenas pinceladas pessoas que conheci quando criança e que as guardei na memória com carinho.
Desejo a todos uma semana maravilhosa e cheia de Deus!          


domingo, 3 de novembro de 2013

Gratidão

Tenho muitos e muitos motivos para dizer que sou uma pessoa agraciada por Deus. Apesar de muitos janeiros que já passaram em minha vida, ainda carrego comigo o sorriso, o desejo de ajudar quem precisa, a busca de novas amizades, o sentimento de acolhimento e minha fé cada vez mais solidificada. E por todos esses motivos reconheço que tenho que agradecer a Deus. Agradecer aos meus familiares por me fazerem felizes. Agradecer aos meus amigos pelo carinho que me dispensam. Um acontecimento que vem acontecendo desde o ano de 1995, ano em que me afastei da Escola Maria Amélia, onde exerci por 19 anos o cargo de vice-diretora do turno noturno. Meus colegas, diretores, professores e funcionários não me esqueceram. Surpreenderam-me naquele ano com uma festa surpresa no dia do meu aniversário. Trouxeram lanche, refrigerante e presentes, um sinal bem evidente de que me consideravam. Todos os anos esses amigos (que já foram colegas) nunca mais deixaram de me parabenizar no dia do meu aniversário. O telefone começa a tocar a partir de 6h e se prolonga até às 23h. Durante todo dia a peregrinação é grande em minha casa. À tarde a concentração é maior porque reúne uma turma mais numerosa, é o momento do reencontro, das novidades, dos abraços. Uma pequena pausa para a leitura de uma mensagem que preparo com antecedência para entregar para todos os presentes e os ausentes como forma de agradecimento por não se tornarem ausentes de minha vida. Interessante é que ao se aproximar o mês de outubro os amigos se comunicam com a mais afinada da turma que é Maroni perguntando como será a comemoração? O que estabeleci como presente? E se vai ser comemorado no dia mesmo?  A partir daí o alvoroço é grande. Todos antenados para o encontro festivo anual. O maravilhoso de todo esse acontecimento é o fortalecimento dos laços de amizade, que nos dias atuais com o avanço da internet, o abraço, o aperto de mão, a conversa olhos nos olhos têm desaparecido assustadoramente. O que assistimos diariamente é a procura do amigo virtual. Não resta dúvida que é mais uma forma de intensificar a amizade, mas substituir o calor humano é cruel, é inadmissível. Para o conhecimento dos apreciadores desta Coluna, a comemoração do meu aniversário é um fato pitoresco, Daniel costuma dizer que é folclórico porque se comemora antes, durante e depois, já fazem é gozação. Meu irmão, primos, afilhados, compadres e outros amigos já se agregaram a esse grupo da Escola Maria Amélia e participam dessa minha alegria no dia em que celebro o dom da vida. Este ano a comemoração foi mais intensa, minhas netas me fizeram a maior surpresa colocaram cartazes em vários lugares da casa: na mesa, na cozinha, na copa e ainda uma linda cartinha. Que emoção! E a vontade de chorar, grande, mas me controlei. Em um dado momento a Heloísa, minha neta mais velha, perguntou: “Vovó você tem muitas amigas? – Respondi: “Sim, minha bonequinha, não só amigas, como amigos também. Vovó tem uma amiga que já comemorou bodas de ouro de amizade. É Tereza Fátima Bezerra, minha colega do Ginásio Mons. Macedo quando ainda estávamos no Ginásio”. E é assim o cultivo que faço das minhas flores, que são meus amigos, procuro regá-los com mensagens enviadas pelos Correios, telefonemas para dar somente um alô e o abraço bem afetuoso de quando os encontro por acaso.
Um lembrete prezados leitores, não deixem a amizade morrer pela falta de tempo, pelo medo de sair de casa, ou de até uma certa displicência. Os amigos do peito, amigos do coração devem ser eternos.
Uma abençoada semana regada de muito carinho! 














domingo, 20 de outubro de 2013

Minha gratidão para os professores que me ensinaram

É certo que o Dia do Professor já passou, porém estive viajando e não foi possível preparar a matéria na data certa. O importante é que não deixei de lembrá-los. Segue então, através de uma galeria fotográfica, a merecida homenagem para aqueles que me iniciaram na labuta escolar e os que me acompanharam no primário, ginásio, normal, universidade e especialização.
O bom professor é aquele que aponta caminhos, mas deixa que o aluno pise com os seus próprios pés. Reconheço que precisei muito dos mestres, e adquiri conhecimentos, bons costumes me fizeram ser uma cidadã comprometida com a sociedade e com Deus. 

                             Irmã Ruth, Madre Elvira, irmã Helena, irmã Célia e Maria Vitorino
                                           
Alice Celestino, Ivone Barbosa e Zeneida Saraiva

 Nair Silva, Teresinha Barbosa, Zuleica Soares, Letícia Amaral, Sarah e Sara Cabral
 Nenem Flor, Toinha Gonçalves, Eunice Arraes e Socorro Leandro
Joaryvar Macedo, José Newton de Sousa, Alexandre Moreira Passos, José de Sousa Menezes e Monsenhor Francisco Holanda Montenegro

Também gostaria de citar outros professores cujas fotos não conseguir localizar: Dr. Nirson Monteiro,  (Carmelita), Adalgisa, irmã Nelsonita, irmã Ana Maria, irmã Lourdes, irmã Jandyra,  irmã Gervita, Mister Tomé, Neuza Menezes e Berrnadete Alencar.