terça-feira, 8 de setembro de 2015

Segunda semana de setembro. Para os leitores e apreciadores das belezas criadas por Deus,  mais uma amostra das flores que rego diariamente em meu jardim. 
Para vocês amigos, uma semana de paz, alegrias e rico de bênçãos do Nosso Pai do Céu. 
Um até breve.  









quarta-feira, 2 de setembro de 2015

Anúncio da primavera, setembro chegou!
Sorria, setembro chegou e com ele chegou à primavera. Das quatro estações, a primavera é a mais bonita, porque enche de cores a terra, perfuma o ar e inebria os corações de alegria, sensíveis com a sua beleza. Sejamos, portanto, como a primavera, estação das flores que renascem cada dia mais belas, exatamente porque nunca são as mesmas flores, sempre renovam. Suas cores lavam e encantam os nossos olhos. O contato com a natureza, cria sobre o ser humano um antídoto restaurador, uma força extraordinária que o revigora trazendo-lhe uma benéfica paz interior.
Fico muito feliz, leitores desta coluna em apresentar-lhes imagens das plantas e flores que cultivo em nosso jardim (meu e de Daniel, meu amado). No decorrer deste mês que também é o mês da Bíblia, apresentarei mais belezas da natureza criadas por Deus que procuro cuidar com bastante carinho. Li algum tempo atrás o que uma médica expressava na experiência com os seus pacientes: “O contato direto com a natureza é capaz de ajudar na recuperação de doenças, estimulando a vontade de a pessoa lutar e vencer. Os cuidados com um jardim diminuem o estresse porque permitem uma pausa que coloca a mente em estado meditativo. O encanto da beleza age diminuindo os sentimentos negativos, acalma, leva ao otimismo, à esperança e promove a confiança na cura”. Em nosso jardim encontram-se as seguintes plaquinhas: Cantinho do amor; Bem vindo, o amor mora aqui; Aqui tem gente feliz e Na casa da vovó tem alegria. Quando o sol desponta no horizonte, acordo com o som do celular anunciando que devo levantar. Espreguiço-me um pouco e começo a sorrir, aplicando a terapia do riso. Em seguida uso a  terapia do agradecimento, pela noite acolhedora e que me fez repousar. A terceira terapia é a da espiritualidade participando todos os dias da Santa Missa, na Igreja do Menino Jesus de Praga, esta é a que me dá força e confiança para enfrentar com disposição as implicações do dia. No meu desjejum leio e acolho os Dez Mandamentos da Serenidade, escrito pelo papa São João XXIII, esta é a quarta terapia. Em seguida, abasteço-me com a energia das plantas e flores, o halo magnífico de Deus, quinta terapia.
Um mês de setembro maravilhoso para todos.
Até breve.







Mensagens e comentários sobre a coluna anterior
A postagem anterior, sobre as cadeiras Gerdau, resultou nos seguintes comentários e mensagens:

Mirna Figueiredo: Texto lindo e quem as adquirir estará levando sonhos.
Joao Fernandes: Linda narração, digna de um conto de fadas! Parabéns comadre, que você consiga uma boa venda e que, quem adquiri-las faça bom proveito!!! Grande abraço!!!
Marcos Aurélio Santos: a nossa já completa 27 anos.
Curtir · Responder · 23 de agosto às 19:23
Rosa Cruz Macedo: Tenho interesse. Quanto custa?
Juliana Caneca "Madinha" Neuma!! Fiquei emocionada c seu texto!! Porque compartilho dessa mesma admiração por essas cadeiras e fazem parte da minha infância tão feliz passada em sua casa!! E eu queria comprar uma delas p q essa lembrança ainda fique presente em minha vida! Vou falar com mainha Analuce p saber como posso fazer p trazer a cadeira para cá! Um beijo grande! 
Francisco Carlos Pontes Pontes:  Essas cadeiras... têm histórias
Edna Caneca: eu tinha uma
Afonso de Melo Calabria: Qual o valor das Cadeiras??
Rita Clemente Rodrigues: Neuma, eu ainda acalento esse sonho, pois meus pais não tinha mobilia nós contemplávamos de nossos avós, que lá em Lavras da Mangabeira eram abastados. Caso queira me dizer o preço, o carinho dessa avó aqui, aguarda um par de sonho para minha casa. Diga in off o preço que gostaria de comprá-las. Sou amiga de Daniel Walker.
Rita Clemente Rodrigues Eu tenho interesse certo? Só não sei se posso comprar esse sonho.
Odinilia Casimiro Essa é um especial forma de vender um produto. Contando sua história e que estoria.
Afonso De Melo Calábria: Olha aqui Zélia Alves, leia a crônica sobre as cadeiras.

Nota: Informo aos leitores que fizeram propostas de compra das cadeiras que as mesmas já foram negociadas. Agradeço a atenção de todos. 




domingo, 23 de agosto de 2015

O desejo de comprar um par de cadeiras de balanço Gerdau


Quando criança, acompanhando meus pais em visita a amigos  em suas casas, deparava-me com uma dupla de cadeiras de balanço belíssima. No espaldar e no assento contemplava a palinha toda entrelaçada, de cor escura que me levava a imaginar como seria bom me sentar em uma delas. Vaga ilusão! As cadeiras eram de um valor muito alto para as posses dos meus pais. O que fazer, então? Só admirar. Nós, crianças, nem pensar em sentar nelas, somente os visitantes ou os seus donos. Mas, o tempo foi passando, passei da infância para a adolescência. Tempo de sonhos e de esperança. De namoro. De amigos verdadeiros (colegas do colégio). De despedidas. De sentir saudades. Vez por outra em grupos de estudos nas residências de minhas colegas, encontrava as tão sonhadas cadeiras. O seu requinte imperial continuava a me fazer sonhar que num futuro não muito longe, quando possuísse minha própria casa, elas ocupariam um lugar de destaque e me fartaria de usufruir do seu embalo. Entretanto, quando casei em 1972, ainda cursando faculdade, as cadeiras de balanço dos meus sonhos, não foi possível fazer parte do meu enxoval, pois tínhamos outras prioridades e naquele momento elas não seriam tão necessárias. E assim adiei ainda por um tempo a compra das cadeiras dos meus sonhos. Chegou o nosso primeiro filho. Ele chorava dia e noite. O que fazer para acalentá-lo? O jeito foi comprar cadeira de balanço, no entanto das mais simples, de ferro com fio de plástico (macarrão). Serviram muito para embalar os meus filhos quando bebês. Algum tempo depois, meus filhos já não careciam dos embalos para dormir, e aí é que foi possível comprar as almejadas cadeiras. Diga-se de passagem que as comprei sem a presença do meu marido, que naturalmente acharia exorbitante o preço e não aceitava a compra. Lembro muito bem que as adquiri nas Lojas Dular, de propriedade de seu Raimundo Nonato, localizava-se na Rua São Pedro, próxima da loja de assistência técnica a eletrodomésticos de propriedade de João Fernandes da Silva. Neste dia comprei as cadeiras e a bicicleta para meu filho caçula, Daniel Junior. Michel, meu primeiro filho, possuía uma berlineta. Quase não durmo, apreciando e admirando as cadeiras. Em minha casa anterior, localizada na Rua Santa Rosa, elas gozavam de espaço suficiente por ser uma casa grande. Gostava de mudá-las de local. Às vezes colocava na varanda; outras vezes na sala de refeições; no escritório de Daniel ou no meu ateliê. Minhas netinhas, Heloísa e Isadora, foram embaladas ao ritmo certinho do vai-e-vem delas acompanhadas de cantigas de ninar para que dormissem. A música e o balanço da cadeira funcionavam como sonífero para fazê-las adormecer. Depois, em suas brincadeiras, elas é que colocavam suas bonequinhas (filhinhas) para dormir. Sinto saudades desses momentos. Os meus filhos não desfrutaram tanto do assento destas cadeiras, as brincadeiras eram outras. Mas, como tudo na vida tem seu fim, eis que chegou a hora de me desfazer das cadeiras de balanço, o seu papel foi desempenhado com louvor, agora, as coloco à venda por conta da mudança de casa. Na atual casa que estamos morando elas não têm mais sentido. A casa é bem menor e está difícil acomodá-las, não desejo que se estraguem. A dupla é joia rara e foi muito bem cuidada, zelada, recebeu muito carinho ao lustrá-la para que ficasse sempre brilhante e linda. Sintam-se tentados a comprá-la, o preço é muito bom e estão muito bem conservadas. E para maior esclarecimento para os leitores e interessados: “Cadeira de balanço combina com varanda. Combina com embalo de mãe. Com abraço de amigo, de balanço demorado e ritmado, que só o coração sabe. Combina com liberdade. E mesmo sozinha, se balança, em dias de vento, prevendo os tempos chegando. Combina com vó, tricotando histórias. Combina com equilíbrio. O embalo certinho do vai-e-vem, sem incomodar, sem apressar, conseguindo uma sintonia que cada um tem, o ponto exato, onde a única coisa que desejamos é permanecer ali, em silêncio, somente a obrigação do ócio”.
Para vocês uma linda semana, com as bênçãos e graças do Nosso Bom Pai.  

sexta-feira, 24 de julho de 2015

A importância do amigo em nossa vida

Nesta segunda-feira foi comemorado o “Dia do Amigo”, ou da “Amizade”. Não poderia deixar passar esta oportunidade sem levar a minha homenagem para os meus amigos de sempre e os amigos leitores desta Coluna.

É indiscutível a necessidade que temos de nos aproximar das pessoas, pois não nos é confortável viver só. O ser humano é essencialmente social. Gosta de viver em grupos, gosta de se comunicar, de fazer amizades. E é por esse motivo que nos aproximamos dos vizinhos de nossa casa, dos colegas de escola, dos colegas do trabalho, enfim é um desejo premente de ter companhia, de conviver com outros indivíduos. Nessa busca de contato com as pessoas surge espontaneamente a amizade, que é a relação afetiva entre as pessoas. É um sentimento de lealdade, de proteção, de parceria. A amizade pode existir entre homens e mulheres, irmãos, namorados, maridos, parentes, pessoas com diferentes vínculos. É um relacionamento social voluntário de intimidade. Algumas bases do sentimento de amizade é a reciprocidade, afeto, ajuda mútua, compreensão e confiança. Alguns amigos, inclusive, se chamam de melhores amigos, pois, se consideram mais que amigos, um irmão de coração. A amizade não precisa acontecer com pessoas exatamente iguais, com os mesmos gostos e vontades, e em certos casos é exatamente esse o fato que os une. A amizade tem a função de acrescentar ao outro, com suas ideias, momentos de vida, informações, ou é apenas ter alguém para dividir momentos e sentimentos. A amizade é tão importante na vida das pessoas, que foi criado um dia específico para homenagear a relação. O Dia da Amizade, ou Dia do Amigo, é comemorado em 20 de julho, e a data foi criada por um argentino, a partir da chegada do homem à Lua, em 20 de julho de 1969. O argentino resolveu enviar cartas para diversos países para instituir o Dia do Amigo, pois acreditava que a chegada à Lua era um significado de que os homens deveriam se unir. No Brasil é comemorado no dia 18 de abril, porém não é tão divulgado quanto o dia 20 de julho, que é comemorado mundialmente. Convivemos todos os dias com pessoas que são muito importantes em nossa vida, pessoas que desinteressadamente se prontificam a nos ajudar quando mais precisamos, têm sempre uma boa palavra para nos alegrar ou consolar. Às vezes nos encontramos preocupados, ansiosos, em volta com situações complicadas, nos sentindo meio que perdidos, mas somente o fato de conversarmos com um amigo, desabafando o que está sangrando em nosso íntimo, o que está nos incomodando, já nos sentimos melhores, mesmo que as coisas permaneçam inalteradas. Quantas vezes são os amigos que nos fazem sorrir quando temos vontade de chorar, mas a sua simples presença traz de volta a nossa alegria. A simplicidade das brincadeiras pueris, da conversa informal, momentos de descontração que muitas vezes pode ser numa conversa rápida ao telefone, no vai e vem do dia ou da noite, no ambiente de trabalho ou de escola, enfim, em qualquer lugar a qualquer hora. Entretanto, não existe só alegria, amor, felicidade nesta relação que como em qualquer outro relacionamento, passa por crises passageiras, por momentos intempestivos, abalos ocasionais. Ainda que tenhamos muito carinho pelo amigo em questão, às vezes por insegurança, por ciúme, por estarmos emocionalmente alterados ou nos sentindo pressionados, acabamos sendo injustos com ele e isso pode ser recíproco. Podemos comparar esse elo de amizade ao tempo que passa por alterações climáticas constantemente, mas é dessa forma que aprendemos a nos conhecer, compartilhando momentos que se desenvolvem para uma verdadeira amizade. Diante do amigo somos nós mesmos, deixamos vir à tona nossos pensamentos a respeito das coisas, da vida, nos mostramos como verdadeiramente somos. Há amigos que nos ensinam muito, nos fazem enxergar situações que às vezes não percebemos o seu real sentido, compartilham a sua experiência conosco, nos falam usando da verdade que buscamos encontrar. São eles também que nos chamam à razão, reclamando a nossa atenção quando agimos de modo contraditório, que nos dizem coisas que não queremos ouvir, aceitar, compreender. Ao longo de nossa vida muitos amigos passam por ela e nos deixam saudade, mas também deixam a recordação de tudo que foi vivido. É na amizade verdadeira que encontramos sinceridade, lealdade, afinidade, cumplicidade, simplicidade, fraternidade. Amigos são irmãos que a vida nos deu para caminhar conosco ao longo de nossa jornada terrena, extrapolando os limites do tempo, continuando até quando e onde Deus assim o permitir.
Para todos vocês o meu abraço e o carinho de quem prima e admira a amizade.

sábado, 20 de junho de 2015

Guardados que encontrei quando arrumava a mudança - Última parte



1. Na inauguração do Estádio Romeirão, em 1969, o Icasa  time da predileção dos moradores de alguns quarteirões da Rua São José, se cotizaram para preparar uma bandeira grande, de mais ou menos três metros. A cor verde com o emblema e a cor branca com o retrato do Padre Cícero, na nossa cabeça para dar sorte. Marilac Fernandes Barbosa (prima nossa), pintora exímia, nesta época ela estava passando uma temporada em nossa casa e foi a ela que recorremos para pintar. Compramos o tecido, a tinta e mãos a obra. A bandeira ficou ótima. Nilde Couto Bem, baluarte da ideia ficou vibrando. Chega o dia tão esperado do jogo. A turma, Antônio Luiz, Aécio Bispo, Marcelo Leitão, Paulo Airton, Aldo Marcozzi, Nininha Bispo, Penha Bispo, Aguinailde de Sousa, Regina Celi, Nilde Couto, Marleide, eu e mais outros jovens que não lembro os nomes  partimos para o Romeirão. Antonio Luiz com a bandeira tremulando e gritando. Todos eufóricos acreditando na vitória do nosso time. Final do jogo, Icasa perdeu. Os torcedores adversários começaram a vaiar a nossa turma. Antônio Luiz, esquentado por natureza, partiu com a bandeira para bater nos caras, sem medo. Acontece que eles tomaram a bandeira e quebraram o mastro,  ai que vergonha! Voltamos para casa todos entristecidos e com a bandeira enrolada debaixo do braço. Mostro para vocês a pintura da bandeira.

2. A Paróquia de Nossa Senhora de Lourdes e Igreja de São Miguel tendo como vigário Padre Onofre, no mês de maio, mês consagrado a Maria Santíssima visitava as residências levando Nossa Senhora e no ato da visita  entregava uma vela etiquetada com o nome do noitário e o valor a ser entregue. Essa renda era revertida em benefício da igreja.


3. Mensagem entregue aos professores e funcionários no dia em que recebi a carta de afastamento das mãos da Delegada de Educação, Maria Loureto de Lima da direção financeira da Escola de 1º Grau Dona Maria Amélia Bezerra, em 02 de fevereiro de 1995. A diretora administrativa dona Socorro Almeida e a diretora pedagógica Cláudia Rocha mandaram celebrar uma missa em ação de graças pelos 19 anos em que servi a esse estabelecimento de ensino. O celebrante foi Padre José Alves de Oliveira, hoje com o título de Monsenhor. 

4. Agenda-brinde do Posto Maria Néri e Posto Texaco da Organização Dílson Néri Ltda. Ganhei de Penha Néri quando morava na Rua São José, vizinha à casa de dona Dela e de seu Elizeu Bispo. Encontram-se nela  muitas anotações de fatos acontecidos comigo, com Daniel e  com os meus filhos.   
5. Cartão muito distinto que recebi de titio Plácido e de sua esposa, Maria Odália por ocasião de minha formatura de professora primária no ano de 1968.

6. Na excursão que fui ao Rio de Janeiro, em 1965, promoção da nossa turma de humanistas do Ginásio Mons. Macedo, conheci pela primeira vez uma loja de departamentos, a hoje extinta Mesbla. Acostumada com lojas de miudezas, de móveis e eletrodomésticos, armazéns de cereais e estivas (onde se fazia a feira, como se chamava antigamente) e me deparar com uma loja enorme de quase tudo foi uma surpresa e tanto.  Ah! Leitores amigos, beiradeira como era chamada gente do interior, parei na entrada e fiquei admirando tudo. Quanta novidade, meus olhos brilhando e apreciando a beleza da loja.  Tempos depois, de férias em Fortaleza, encontrei essa mesma loja e me tornei freguesa. Comprava presentes e pedia as embalagens para embalar em casa. E é por esse motivo que encontrei dentro das minhas caixas esta, a única que restou.
- Comprovante fiscal do Magazine Samasa, loja de departamentos que funcionou na Rua Santa Luzia e Rua Conceição, atravessava de uma rua a outra. Esta loja já não existe, na Rua Santa Luzia, hoje funciona a Loja Insinuante e Rua Conceição, o Supermercado Lagoa. Loja que fez muita falta em nossa cidade. Tenho boas lembranças dela.   



7. Em uma das nossas visitas à cidade de Assaré em busca do famoso Patativa do Assaré tivemos o privilégio de encontrá-lo e não podíamos perder a oportunidade de ser fotografado ao lado dele. Grande dia!


8. Bíblia Sagrada presente maravilhoso de padre Murilo quando nos visitou para conhecer, meu filho Michel, recém-nascido, em junho de 1973.

9. Recibos de mensalidades que paguei quando estudava no Ginásio Mons. Macedo. A nossa moeda nesse tempo era o cruzeiro novo – Ncr$. Flagrantes da comemoração dos 20 anos da nossa turma do Normal. Encontro informal na residência de Tereza Fátima Bezerra e José Roberto Celestino, uma maravilhosa manhã de lazer, momento de confidências, de novidades. E à noite missa celebrada pelo saudoso padre Murilo na Capela da Escola.

 
10. Cartão de visita da Lojas Credilar quando meu pai, Luiz Pereira e Silva (Lulu) era o proprietário, no início da década de 60.









11. Convite enviado para os ex-diretores, professores e alunos da Escola de 1º Grau Dona Maria Amélia Bezerra por ocasião da comemoração dos seus vinte anos de fundação. Atualmente funciona com o Ensino Médio.

12. Inauguração em nossa cidade da primeira Rádio FM, a Rádio Transcariri,  no dia 21 de abril de 1984, da qual meu marido Daniel Walker foi um dos proprietários juntamente com Francisco Silva Lima, Coelho Alves,Cícero Antônio Alves e Adauto Bezerra Junior.  Dia glorioso! O sol irradiando sua luz e a rádio entrando nos lares caririenses.

13. Contrato do consórcio de uma bicicleta que inventei de pagar. O sonho de minha vida era aprender a andar de bicicleta e para concretizá-lo precisava ter uma. Com ajuda da bicicleta (pequena) do filho de uma amiga, enfrentei a bike-escola na área da minha antiga casa. Uma aventura e tanto para mim, que nessa época já estava com mais de quarenta anos.

14. Coletânea de carteiras, do Clube do Fan, do programa de Alceli Sobreira; Clube das Garotas, da revista Garotas; Carteira da Faculdade de Filosofia do Crato; Carteira do INAMPS, hoje chamado INSS e Carteira do   Sesi, quando fui comerciaria trabalhando na Lojas Credilar de Valdo Figueirêdo.

15. Brinde que a Poupança Credimus brindava os clientes, com um porta-batom, chique para a época. Caderneta de Poupança Bradesco com comprovante de conta e depósito. Daniel foi gerente da Credimus e continuou nesse cargo após a venda para o Bradesco.
E assim caros leitores, o meu baú de guardados chegou ao final. Desfrutem destas lembranças, talvez com curiosidade, ou para lembrar momentos de escola, de professores, ou simplesmente como leitores desta minha Coluna.
Para todos, um Feliz São João e São Pedro, com bastante comida típica e o forró pé de serra para alegrar os corações.
Até a próxima, fiquem com Deus!